Design Thinking Brasil  (Tennyson Pinheiro)

Design Thinking Brasil
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Design thinking daqui, design thinking dali… mas que diabos é isso? Decidi ir um bocado mais a fundo para entender como as metodologias de Design têm sido empregadas para resolver questões que vão muito além de um layout bonito. Design Thinking Brasil é um livrinho maneiro e bem fácil de ler em que o Tennyson Pinheiro e o Luis Alt, da live|work, uma empresa de consultoria em Design de Serviços, explicam o que é o Design Thinking, dão os guias para implementá-lo em um projeto ou empresa e contam, em Design Thinking Brasil, cases bem bacanas de aplicação da abordagem.

Avaliação: 4/5
Quotes:

⇢ “Mais do que uma metodologia, Design Thinking é um novo jeito de pensar e abordar problemas. Um novo modelo mental. Numa tradução grosseira, Design Thinking significa “o jeito de pensar do design”. Design, nesse caso, é aquilo que em português chamaríamos de “projeto centrado nas pessoas”, se tivéssemos o hábito de falar português.”

⇢ “A história do rádio ilustra de maneira interessante esse ponto de vista. Após sua invenção, o aparelho permaneceu por mais de 20 anos sendo visto como uma caixa grande e espaçosa que noticiava basicamente o que já podia ser lido nos tabloides da época. Era um mero objeto de luxo e ostentação para os abastados.

⇢ A sua popularização veio em seguida da primeira transmissão ao vivo de um evento esportivo, o que conferiu ao rádio a relevância necessária para ser considerada uma das maiores inovações da história da humanidade. E não foi um transistor novo e mais potente que causou a mudança, mas o novo uso que um radialista empreendedor deu para a geringonça, conferindo ao rádio novo valor e relevância. A inovação está onde há valor percebido pelas pessoas. Sem isso, não há inovação.”

⇢ “Após o uso, idealmente as pessoas devem formar uma imagem positiva da experiência que tiveram. A satisfação é, portanto, uma resultante da soma de todos os outros fatores. Se o usuário se sentir seguro, confortável, pouco estressado, navegar e compreender com facilidade o seu papel e tiver a sua expectativa alcançada o superada, poderá se considerar satisfeito.”

⇢ “Enquanto escala uma montanha, um alpinista prende a corda que o sustenta num pino que é cravado na rocha de tempos em tempos, reduzindo sua escalada a pequenos trechos. O resultado disso é a garantia de que, se algo der errado, ele cairá no máximo um destes trechos, e não uma montanha inteira abaixo. É isso que torna a escalada um esporte radical, e não uma tentativa de suicídio. Infelizmente, a maioria dos projetos dentro das empresas são conduzidos prevendo uma única subida, sem grampos até o topo da montanha. Não supreende que pequenas mudanças de rumo causem uma longa queda, dolorida e até fatal.”

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